quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Júlia

Júlia, a doença que não tem cura.
Ela te mata de prazer e luxúria.
Ela bem sabe o que quer. Não é apenas uma mulher.
Também é uma criança, que te seduz com uma dança.
Teu veneno não mata, mas deixa inconsciente.
Ela é uma mosca a te olhar pela fechadura.
Todos os pecados, todas as loucuras.
Ela seduziu o diabo e depois o esnobou.
Pois o achou muito careta.
Ela te faz beijar a lona, quando você está por cima.
Antes de pensar no verso, ela já sabe a rima.
Cuidado amigo, não morda a maçã!
Ela te deixa viver hoje...
Mas talvez queira te matar amanhã.

*Dedicado a Júlia. Uma garota que considero a verdadeira Foxey Lady.

(Edu Neves)

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