sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Pedras na mão e um corpo na Piscina

A marinha inglesa se junta com o trabalho independente e geram uma criança chamada Brian.
O garoto cresce e tem a educação das ruas e universidades.
Músico de origem clássica, Brian já era capaz de ler partitura desde muito cedo. Aprendera piano com a mãe que ministrava aulas em uma igreja. Já rapaz, com suas roupas extravagantes, viveria sem restrições a tríade sexo, drogas e rock and roll. Decisão que havia tomado por influência do movimento libertário. Vieram a fama e fortuna. Os rapazes realmente eram bons. Sonoridade suja do Rock puritano misturada com elementos do Blues, fez com que a banda se tornasse conhecida.

Porém, Brian acabou por ceder ao uso certas substâncias que mais tarde lhe custariam o inevitável desprendimento do grupo que ele mesmo havia formado.
O ano era 1962. Se não me engano era a época das flores.
Três rapazes tragavam alguma coisa e ouviam as Águas de Lama contando a história das pedras que rolam.
O Marquee Club de Londres iria conhecer a história em breve.
Instrumentista sem fronteiras.
O garoto tocava guitarra, gaita, piano, banjo, sax, oboé, bateria e xilofone. Não tinha a mesma facilidade para compor dos outros dois rapazes, mas era a alma melódica do grupo.
A jovem Anita, sua garota e aspirante a atriz, havia atuado em um filme de quinta categoria chamado A Degree Of Murder. Obteve um sucesso razoável, em parte pela trilha composta por Brian.

Várias teorias no entanto, fazem alusão à um pedreiro chamado Frank.
Frank trabalhava calmamente na casa de Brian e nunca houve nada de assombroso em sua pessoa. Porém, reza a vigésima sétima lenda que esse homem teria matado o garoto Brian, afogando-o em sua piscina.
Frank, segundo dizem, confessou o homicídio a sua filha, quando estava no leito de morte. Mas os piratas sempre duvidaram disso.

Uma pedra rolante morto por um pedreiro.
Faz sentido, mas não deixa de ser lastimável.

(Edu Neves)



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